Programa Vida sem Dor

Conviver com dor não é normal. É comum — que é diferente.

Para quem já tomou remédio, fez repouso, tentou academia e a dor sempre volta. Aqui a gente começa por entender por que ela volta.

Talvez seja o seu caso

A dor melhora, você volta à rotina, ela volta.

A dor nas costas some com o anti-inflamatório e reaparece semanas depois, no mesmo lugar.

Você já fez exame, o resultado "não mostrou nada grave" — mas a dor continua ali.

Evita carregar peso, deitar de certo jeito ou sentar muito tempo — e nem percebe mais que evita.

Tentou academia por conta própria e piorou, então concluiu que exercício não é para você.

Acorda travada e leva um tempo até o corpo "soltar".

Já se acostumou tanto com a dor que responde "é sempre assim mesmo".

Dor que dura mais de três meses funciona diferente da dor aguda: o corpo aprende a proteger a região, encurta movimentos, enfraquece a musculatura de apoio — e isso alimenta o ciclo. Quebrar esse ciclo exige movimento planejado, não repouso e não esforço aleatório.

Fisioterapeuta aplicando técnica manual na perna de um paciente deitado

Primeiro tirar a dor do caminho. Depois construir o corpo que não deixa ela voltar.

Como funciona

Quatro etapas. Nenhuma delas é "aguentar".

01

Avaliação individual

Uma hora ouvindo sua história, testando movimento, força e o que dispara a dor. Sem essa etapa, qualquer exercício é chute.

02

Alívio e liberdade de movimento

Primeiras semanas focadas em reduzir a dor e devolver amplitude, com terapia manual e exercícios que você consegue fazer hoje — não os que faria se não doesse.

03

Fortalecimento com Pilates

Quando o corpo permite, entra o trabalho de força e controle. É a etapa que evita a dor voltar — e a que a maioria dos tratamentos pula.

04

Autonomia

Você sai sabendo o que fazer quando a dor der sinal, quais exercícios mantêm o ganho e o que evitar. O objetivo é você depender menos de nós, não mais.

Sendo honesta com você

O que dá para esperar — e o que não prometemos

Não existe sessão milagrosa. O que existe é um processo com etapas claras, no qual você percebe mudança e sabe por quê.

Também não trabalhamos sozinhos: quando o caso pede médico, exame ou outra especialidade, dizemos com todas as letras e ajudamos no encaminhamento.

Uma linha do tempo realista

  • 2–3 semanas redução da dor e sono melhor
  • 6–8 semanas força perceptível nas tarefas do dia a dia
  • 3 meses crises mais raras e mais curtas

Prazos variam conforme o quadro, o tempo de dor e a frequência das sessões. Esta página é informativa e não substitui avaliação individual.

Pessoa alongando a coluna sobre um tapete na sala de casa

O que você leva para casa

Duas sessões por semana somam pouco mais de duas horas. As outras 166 são suas — e é nelas que a dor costuma voltar.

Por isso cada aluno sai com um punhado de exercícios curtos, escolhidos para o seu caso e revisados nas sessões seguintes. Não é uma lista genérica de internet: é o que o seu corpo precisa repetir para manter o ganho.

E quando a dor der sinal num dia ruim, você já vai saber o que fazer antes de correr para o anti-inflamatório.

Primeiro passo

Comece pela avaliação

É nela que descobrimos o que está mantendo a sua dor e montamos o plano. Sem ela, não começamos nada.

Onde

Rua da Bahia, 504 — Sala 301
Centro · Belo Horizonte/MG

Telefone

(31) 99110-9863

Conte o que está sentindo

Responderemos com os horários disponíveis para a sua avaliação.

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